«Quando, à custa de grande trabalho, tiveres arranjado uma máscara, arranca-a. Quando tiveres encontrado esforçadamente uma fórmula, renega-a. Quando tiveres alcançado uma fé, descrê. Quando julgares, enfim, merecer o orgulho, abate-o. Depois, na incerteza, no espanto dolorido e no naufrágio, pode ser que Deus te modele (...).»Vivemos de máscaras.
Coleccionamos máscaras.
Que ganhamos com a ilusão por nós criada no outro, mais que uma desilusão futura?
A verdade é Imperatriz: necessário será dar-lhe trono e ceptro, diadema e punhal.


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